quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Conheça São José dos Campos sede da 9ª Reunião do Fórum Paulista de Juventude
A harmonia entre cultura, tradição e tecnologia.
São José dos Campos uma cidade que une cultura, tradição e tecnologia. No núcleo urbano estão localizados institutos federais de pesquisa científica, empresas de tecnologia de ponta, prédios de arquitetura arrojada, universidades, faculdades e centros de formação de mão de obra qualificada. Por outro lado, a zona rural concentra quase 70% do território do município, boa parte em áreas de proteção ambiental.
É o principal município da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e o mais importante polo aeronáutico e aeroespacial da América Latina. A população também preserva a cultura local, influenciada pela história dos bandeirantes, que traçaram pela região os caminhos rumo ao ouro das Minas Gerais, e dos tropeiros que vinham do sul do estado vizinho. Hospitaleira, a cidade recebe bem os migrantes de todas as partes, muitos dos quais participam do crescimento local.
Localizada estrategicamente entre São Paulo e Rio de Janeiro e ligada por modernas rodovias e pelo aeroporto, a cidade está bem próxima das praias, da região serrana e de outros destinos turísticos do vale. Entre uma ou duas horas de carro, é possível chegar a Ubatuba, Campos do Jordão ou Aparecida, onde fica a Basílica Nacional, maior santuário mariano do mundo.
É destaque no país devido ao potencial de negócios, fator que impulsiona investimentos na área de hotelaria, comércio e serviços. Isso se verifica no enorme fluxo de pessoas que diariamente procuram São José em visitas a shoppings, polos industriais e tecnológicos e centros educacionais técnicos ou de nível superior.
Aqui o desenvolvimento tecnológico e industrial está em harmonia com a natureza, com parques em todos os cantos, praças nos bairros e ruas arborizadas. O destaque é São Francisco Xavier, que tem uma paisagem verde preservada e vista panorâmica das cidades vizinhas, em meio a um relevo de montanhas e vales na Serra da Mantiqueira.
Por causa da importância no cenário nacional, São José dos Campos está no catálogo das cidades candidatas a subsedes de delegações que vão participar dos três maiores eventos esportivos internacionais, que serão realizados no Brasil em 2014 (Copa do Mundo) e 2016 (Jogos Olímpicos e Paralimpíada do Rio).
Os primeiros moradores
As origens de São José dos Campos remontam ao final do século 16, quando se formou a Aldeia do Rio Comprido, uma fazenda jesuítica que usava a atividade pecuarista para evitar incursões de bandeirantes. Porém, em 10 de setembro de 1611, a lei que regulamentava os aldeamentos indígenas por parte dos religiosos fez com que os jesuítas fossem expulsos e os aldeãos espalhados.
Os jesuítas voltaram anos mais tarde, estabelecendo-se em uma planície a 15 quilômetros de distância, onde hoje está a Igreja Matriz de São José, no centro. Este núcleo, que deu origem à cidade.
De aldeia à vila
Em 1759, os jesuítas foram expulsos do Brasil, e todas as posses da ordem confiscadas por Portugal. Na mesma época, Luis Antonio de Souza Botelho Mourão, conhecido como Morgado de Mateus, assumiu o governo de São Paulo, com a incumbência de reerguer a capitania, mera coadjuvante num cenário em que Minas Gerais se destacava pela atividade mineradora. Uma das primeiras providências foi elevar à categoria de vila diversas aldeias, entre elas São José, com o objetivo de aumentar a arrecadação provincial.
Mesmo antes de se tornar freguesia, a aldeia foi transformada em vila em 27 de julho de 1767 com o nome de São José do Paraíba. Foram erguidos o pelourinho e a Câmara Municipal, símbolos que caracterizavam a nova condição. Entretanto, a emancipação política não trouxe grandes benefícios até meados do século 19, quando o município passou a exibir sinais de crescimento econômico, graças à expressiva produção de algodão, exportado para a indústria têxtil inglesa.
Fase sanatorial
Depois de ocupar posição periférica no período áureo do café no Vale do Paraíba, São José dos Campos ganhou destaque nacional na chamada fase sanatorial, quando inúmeros doentes procuravam o clima da cidade em busca de cura para a tuberculose.
Em 1924 foi inaugurado o Sanatório Vicentina Aranha, o maior do país. Somente em 1935, com os investimentos do governo de Getúlio Vargas e a transformação do município em estância climatérica e hidromineral, o município pôde investir em infraestrutura, principalmente na área de saneamento básico, que no futuro viria a ser um trunfo a mais para a atração de investimentos destinados ao desenvolvimento industrial.
Entre 1935 a 1958, a cidade foi administrada por prefeitos sanitaristas, nomeados pelo governo estadual. A autonomia para eleger o prefeito foi perdida em 1967, durante o regime militar, e reconquistada em 1978.
Indústrias e centro de compras
O processo de industrialização da de São José dos Campos tomou impulso a partir da instalação, em 1950, do então Centro Técnico Aeroespacial (CTA) - hoje Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) - e inauguração da Via Dutra, em 1951. Nas décadas seguintes, com a consolidação da economia industrial, a cidade apresentou crescimento demográfico expressivo, que também acelerou o processo de urbanização.
Nos anos 90 e início do século 21, São José dos Campos passou por um importante incremento no setor terciário. A cidade é um centro regional de compras e serviços, com atendimento a aproximadamente 2 milhões de habitantes do Vale do Paraíba e sul de Minas Gerais.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
São Joaquim da Barra será sede da 8ª edição do Fórum Paulista de Juventude
| Vista área da cidade de São Joaquim da Barra |
A reunião será entre os dias 15 e 17 de março e
terá toda a estrutura que é exigente a cidade escolhida, como: Alojamento e
Alimentação para todos os participantes.
O tema será definido ainda esta semana e, em breve
também abrirá as inscrições.
Saiba um pouco da história da cidade que tem como
filhos ilustres Rolando Boldrin e Ana Maria Braga.
O
município já se chamou Jussara, São Joaquim de Oiçaí, São
Joaquim de Nuporanga, Capão do Meio e São Joaquim,
acrescentou-se da Barra ao nome por causa do córrego da Barra divisor dos
municípios de Ipuã e São Joaquim da Barra. Pouso habitual de viajantes e
tropeiros no percurso entre Ipuã e Nuporanga.
Moradores
entre os quais Manoel Gouveia de Lima e seu irmão João Miguel de Lima, João
Batista da Silveira e Francisco de Lima,espalhados pelas beiras de córregos e
riachos sentiram a necessidade de maior convívio social e organizaram uma
comissão para obter fundos e adquirir algumas terras que constituíssem
patrimônio de uma povoação. José Esteves de Lima arrematou em leilão público,
na comarca de Nuporanga, em 21 de
janeiro de 1895, uma área situada na fazenda “São Joaquim”.
Um
dos desbravadores está o grande e abastado fazendeiro, criador de gado e
capitalista, Francisco Garcia Borges que com sua contribuição, fundaram a
primeira capela no então criado povoado. Nascido em 1844 em uma abastada e
tradicional família de proprietários de terra , pertenciam a chamada
"aristocracia rural cafeeira". Formavam o topo da elite do Império,
tendo sua família ajudado mesmo a financiar as despesas do Brasil com a Guerra
do Paraguai. Financiou os estudos de várias crianças da região. Aprendeu
francês e piano com a mãe, a portuguesa Theodora Ferreira. De alcunha
"Coronel Chico Lucas" , altíssimo, muito claro, longa cabeleira caída
sobre os ombros e brancos desde jovem, olhos conspícuos e oblongos, próprios da
raça, tinha qualquer coisa das figuras do antigo testamento. O sobrenome Lucas
ter-lhe-ia vindo do sobrenome paterno. Casou-se duas vezes. Do primeiro casamento
teve 2 filhos, do segundo teve 10 filhos. Deixou numerosa descendência da qual
exercia tremenda autoridade sobre até a idade adulta. Orgulhoso do nome e do
prestígio de sua família, defendia-a de todos. Depois de uma briga, matou um
juiz local e toda sua família para não ter retaliação, por terem invadido sua
fazenda e ofendido moralmente a honra dos Garcia Borges. Vivia de juros,
concentrava todo seu interesse no dinheiro. Tinha a obsessão da posse.
Francisco Borges era conhecido por ser extremamente irascível, temperamento
típico da sua raça. Em 1888, quando ouve a abolição da escravatura, possuía no total
870 escravos, dos quais 70% eram homens e 60% africanos. Grande escravocrata, não concordou com a abolição,
pois não aceitara perder escravos sem ser indenizado, já que a abolição lhe
traria uma perda econômica e financeira imensa. Depois disso, participou
ativamente junto com outros fazendeiros a favor do regime republicano
derrubando a monarquia do Império do Brasil. Com a morte do seu pai e fiel
protetor em meados de 1885, Chico Lucas herdou uma imensa fortuna de 1.500
contos de réis e mais de 1 milhão de pés de cafés plantados. Hoje em dia os
pesquisadores consideram R$ 75 milhões. Seu pai, Joaquin Lucas de Ribera Garcia
Borges, oriundo de uma aristocrata família, transferiu-se para o Brasil onde
foi um grande fazendeiro e capitalista. Diziam os relatos da época que seu pai
era conhecido por sua altivez, pois a soberba era característica dos Borges que
conseguiam o que queriam de um jeito ou de outro usando da influência e do dinheiro
que dispunham; e de sempre impor sua vontade, caso fosse contrariado, logo
puxava uma arma da cintura e resolvia a seu "modo". As coisas eram
como eles impunham e pronto. Os membros dessa família possuíam um temperamento
semelhante aos bárbaros. Bastava alguém se intrometer em seus caminhos, que de
imediato eram atacados e mortos pelos mesmos. O poder e autonomia do seu pai
era muito grande. Chegou a ponto de dizer para uma autoridade local: " No
Brasil manda o imperador, nesta redondeza e nas minhas terras mando eu."
Chico Lucas tinha laços de amizades com importantes figuras do império, como o barão Geraldo de Resende. Era um dos
proprietários da Fazenda São Joaquim, localizado hoje na área que é a cidade de
São Joaquim da Barra. Foi proprietário de 6 grandes fazendas distribuídas no Oeste
Paulista e no sul de Minas
Gerais com extensas plantações de café e criação de gado. Faleceu em
julho de 1907 aos 55 anos de arteriosclerose generalizada na sede de sua
fazenda deixando uma enorme fortuna a sua mulher, Marianna Francisca Rocha e
aos 12 filhos no monte mor de 70 milhões de réis. Era um dos mais ricos e
poderosos fazendeiros da região. Mas nem todo o poder, riqueza, terras e
cafezais dos Lucas Garcia Borges foram suficientes para salvar a
família da crise com a Grande Depressãode 1929. Encontra-se sepultado no
cemitério de São Joaquim da Barra ao lado de sua mulher. Seus descendentes
passaram assinar Borges. No Livro do Dr. Antônio de Almeida Prado, pág.68, há
citações sobre a vida deste grande desbravador.
A 30 de maio de
1898, José Esteves de Lima sua mulher Maria Theodora da Conceição assinaram a
escritura de doação para o patrimônio de uma capela de São Joaquim. Inúmeras
pessoas chegaram então de territórios vizinhos ou distantes, entre elas
italianos, espanhóis e portugueses.
Em 1901, começou a
construção da primeira capela que teve como padroeiro, São Joaquim e o Distrito
de São Joaquim foi criado pela Lei Estadual nº 859, de 6 de
dezembro de 1902.
Em 19 de
dezembro de 1906 foi levado a categoria de vila pela lei nº 1038.
Criado o município pela lei estadual nº 1588 de 16 de
dezembro de 1917, com território desmembrado de Orlândia,
elevando sua sede à categoria de cidade.
Em 30 de
novembro de 1944, pelo Decreto Lei Estadual nº 14374, o nome foi mudado para
São Joaquim da Barra.
Informações:
Wikipédia
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Inscrições Abertas para a 7ª edição do Fórum Paulista de Juventude
Entre os dias 15 e 16 de dezembro
Sud Mennucci será palco da 7º Edição do Fórum Paulista de
Juventude. A ideia central do
Fórum é criar uma rede de referência para aqueles que trabalham com a
juventude em todo o Estado de São Paulo. O objetivo é que ele seja um
espaço para compartilhar diferentes realidades, experiências, desafios,
necessidades e sucessos nas ações e iniciativas de juventude.
Este espaço possibilita refletir sobre as diferenças e potencialidades de cada região do Estado no trabalho com a juventude.
Tendo como tema Web Cidadania: as novas
ferramentas e desafios de uma juventude protagonista, esta 7a reunião do
Fórum, responderá como os meios digitais tem potencializado o protagonismo da Juventude, além de serem previstos debates de acordo com as necessidades da
juventude do Estado.
Sabendo de tudo isso, você irá ficar de fora?
Corra para fazer suas inscrições!
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Quem Foi Sud Mennucci
Sud Mennucci,
nasceu na cidade de Piracicaba em 20 de janeiro de 1892. Foi educador,
geógrafo, sociólogo, jornalista e escritor. O nome da cidade é uma homenagem ao
professor que foi um defensor ferrenho dos direitos dos professores e da
melhoria da qualidade de ensino no país. Ele não tinha nenhum vínculo com a
cidade e o antigo distrito de Pereira Barreto, que até a emancipação era
conhecido como Pioneiros, recebeu o nome de Sud Mennucci por indicação de um
político do Estado de São Paulo.
Em 1910 iniciou sua carreira no magistério, lecionando
numa escola rural, e entre 1913 e 1914 reorganizou as Escolas de Aprendizes de
Marinheiros de Belém do Pará, atuou como professor público em Porto Ferreira e
fundou o Ginásio Paulistano, na capital.
No ano de 1920, comandou o recenseamento escolar em São
Paulo, a partir do qual foi possível localizar os núcleos de analfabetismo do
Estado e dividir o território paulista em quinze delegacias regionais de
ensino. Em seguida, assumiu a Chefia da Delegacia Regional de Ensino de
Campinas.
Entre 1925 e 1931, Sud Mennucci iniciou
sua carreira como redator e crítico literário do jornal O Estado de S.Paulo. No
mesmo ano, ele assumiu a Diretoria-Geral de Ensino de São Paulo.
Entre suas atividades na administração do sistema
paulista e como jornalista e escritor, Sud destacou-se no comando do Centro do
Professorado Paulista, criado em 1930, e que atualmente é uma das principais
associações docentes de São Paulo.
lém de ter participado da Fundação do Centro, Mennucci presidiu
a entidade entre 1933 e 1948. Entre os vários livros publicados, um dos maiores
destaques, foi o livro A Crise Brasileira de Educação, alcançando o prêmio da
Academia Brasileira de Educação.
Sud Mennucci será a próxima sede do FPJ
A município de Sud Mennucci, situada a 647 km da capital paulista, na região administrativa de Araçatuba, será a cidade-sede da 7ª Reunião do Fórum Paulista de Juventude.
A reunião será entre os dias 15 e 16 de dezembro e terá toda a estrutura que é exigente a cidade escolhida, como: Alojamento e Alimentação para todos os participantes.
O tema será definido ainda esta semana e também a abertura das inscrições.
terça-feira, 31 de maio de 2011
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